Libertação Animal

Seccionando a lei da vivissecção: a infâmia e insensatez da Lei Arouca

baby_monkey_injection.jpgA insensatez, o desrespeito à democracia e, acima de tudo, a obsolescência ética venceram. Para alegria de “cientistas” que fariam Carl Sagan morrer de desgosto se ainda estivesse vivo e para desespero de milhares de animais cujas dignidade e liberdade são perpetuamente negadas, o presidente com um não merecido apelido de animal marinho sancionou no último 8 de outubro a famigerada Lei Arouca (11794/08), que regulamenta (a Agência Brasil teve a ousadia de falar em “restringir”) a vivissecção – ou experimentação animal, se você preferir um termo menos complicado – em instituições de educação e pesquisa e tenta, com uma maquiagem tosca que não engana ninguém que entenda de Direitos dos Animais, dar uma roupagem de pacifista a um monstro carrasco. A imagem que certas pessoas estão passando daqui, perante um cenário em que os países mais desenvolvidos lutam para abolir as mesmas experiências que aqui a gentalha quer regulamentar, é a de um país que não consegue – e cujo governo não quer – aderir ao verdadeiro progresso científico e prefere perpetuar a insanidade vestida de bata para economizar o dinheiro que seria investido no desenvolvimento de experiências biológicas alternativas e livres de crueldade. Pois, afinal, é mais econômico explorar, ferir e matar do que seguir uma ciência ética. Visto que a mais nova lei de exploração animal está no ar e vai ser bem complicado derrubá-la em pouco tempo, faço meu esforço em abrir os olhos das pessoas para o mal dela escrevendo aqui dois tipos de comentários sobre essa imundície

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